Autor da primeira gramática da língua tupi, um dos primeiros autores da literatura brasileira e considerado santo pela Igreja Católica, São José de Anchieta poderá ser declarado Patrono da educação confessional brasileira. É o que prevê o Projeto de Lei 521/26 apresentado pelo deputado Márcio Honaiser (PDT-MA).
José de Anchieta, nascido na ilha de Tenerife, no arquipélago das Canárias, em 19 de março de 1534, chegou ao Brasil em 1553 e participou da fundação do colégio jesuíta da Vila de São Paulo de Piratininga, em 25 de janeiro de 1554, data que é reconhecida como o dia de fundação da cidade de São Paulo.
Em 1980 foi beatificado pelo Papa João Paulo II. Em 27 de fevereiro de 2014, o Papa Francisco anunciou que o Padre Anchieta seria canonizado em Roma, em abril de 2014. Assim, após um processo de canonização de mais de 400 anos, o decreto foi assinado a 3 de abril de 2014.
Considerado herói jesuíta das causas indígenas, o Padre José de Anchieta tem o nome inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, localizado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília/DF.
“Desta forma, São José de Anchieta foi um pioneiro da educação religiosa, confessional, o que o qualifica para receber o título de patrono da educação confessional brasileira”, declara Honaiser.
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