Aprovado nesta quarta-feira (25) na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara o Projeto de Lei 4505/23, de autoria do deputado Leo Prates, do PDT baiano, que concede o título de “Capital Nacional do Acarajé” à cidade de Salvador, no Estado da Bahia.
O acarajé tem origem em iorubá, uma língua africana, em que akará quer dizer “bola de fogo” e jé significa “comer”. Juntos, os termos formam a expressão “comer bola de fogo”, diretamente relacionada com a história de Xangô e Iansã. Ele (o acarajé) é feito de uma bolinha de massa de feijão fradinho, cebola, sal e outros temperos, frito no azeite de dendê. Pode ser simples ou recheado.
Segundo Leo Prates, por ter sido a primeira capital do Brasil e que completou 474 anos, Salvador faz jus a homenagem. “A capital soteropolitana herdou de diferentes colonizadores a cultura, cultos religiosos de matriz africana, a capoeira, comidas com o dendê, como o acarajé, frito no azeite da fruta e que tornou-se um símbolo representativo da cidade”, justifica.
Tramitação: A proposta ainda vai ser analisada pelas comissões de Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais e
Constituição e Justiça e de Cidadania.
Ascom Bancada PDT na Câmara










